| Levanta vio a idia fede mas essa suja as bordas |
| Culpa do Fred no lembrar quando acorda |
| Tava num show maneiro tocando num som fuleiro |
| Parece Tora Tora s que uma verso s com viola |
| Bem na metade do show tinha uma exploso |
| Queimou a cidade no pipoco do trovo |
| Foi quando veio Dona Coisinha com uma renca de filha |
| Pedindo autgrafo pra toda famlia |
| E quis ficar no meio com assinatura bem no bico do seio |
| Fico na minha puxo a seda, a via vem com recheio |
| De qualidade planta do Maranho |
| Da majestade |
| Fiz um toco grande e frouxo |
| Pra ficar com o olho roxo |
| Queimar meu dedo no fim |
| Ela veio trazendo o peso |
| E eu com medo de ser preso |
| Pintar meu dedo no fim |
| Quando a casa cai, |
| No tem parece pra armar minha rede |
| Vieram os home j gritando meu nome |
| Baixando o pau nas visita e eu fiquei puto |
| Porque em moa bonita no se bate |
| Ento virei lobisomem e era lua cheia |
| Cachorro magro foi comendo na peia |
| Deixou deitado mais de vinte soldado |
| E a via agradecida quis dar um beijo de despedida |
| E ele acordou em cima da hora |
| Que a via tava em cima de mim |
| Fiz um toco grande e frouxo |
| Pra ficar com o olho roxo |
| Queimar meu dedo no fim |
| O cheiro invade a sala do doutor |
| Ela veio trazendo o peso |
| E eu com medo de ser preso |
| Pintar meu dedo no fim |
| Se no faz mal alivia a dor |