| Não, eu não aceito essa indisciplina |
| Acho que você não me entendeu |
| Meus meninos são o que você teceu |
| Em resistência ao mundo que Deus deu |
| E eu não aceito, não |
| Não, eu não aceito essa indisciplina |
| Acho que você não me entendeu |
| Meus meninos são o que você teceu |
| Ei, resistência ao mundo que Deus deu |
| Então pare de correr na esteira e vá correr na rua |
| Veja a beleza da vida no ventre da mulher |
| Pois quem não vive em verdade, meu bem, flutua |
| Nas ilusões da mente de um louco qualquer |
| E eu não aceito, não |
| Não, eu não aceito essa indisciplina |
| Acho que você não me entendeu |
| Meus meninos são o que você teceu |
| Em resistência ao mundo que Deus deu |
| Eu não quero viver assim, mastigar desilusão |
| Este abismo social requer atenção |
| Foco, força e fé, já falou meu irmão |
| Meninos mimados não podem reger a nação |
| Eu não quero viver assim, mastigar desilusão |
| Este abismo social requer atenção |
| Foco, força e fé, já falou meu irmão |
| Meninos mimados não podem reger a nação |