| «Quando deus fez o homem, |
| Quis fazer um vagulino que nunca tinha fome |
| E que tinha no destino, |
| Nunca pegar no batente e viver forgadamente. |
| O homem era feliz enquanto deus assim quis. |
| Mas depois pegou adão, tirou uma costela e fez a mulher. |
| Deis di intão, o homem trabalha prela. |
| Mai daí, o homem reza todo dia uma oração. |
| Se quiser tirar de mim arguma coisa de bão, |
| Que me tire o trabaio. a muié não!». |
| Pogressio, pogressio. |
| Eu sempre iscuitei falar, que o pogressio vem do trabaio. |
| Então amanhã cedo, nóis vai trabalhar. |
| Quanto tempo nóis perdeu na boemia. |
| Sambando noite e dia, cortando uma rama sem parar. |
| Agora iscuitando o conselho das mulheres. |
| Amanhã vou trabalhar, se deus quiser, mas deus não quer! |
| Pogressio, pogressio. |
| Eu sempre iscuitei falar, que o pogressio vem do trabaio. |
| Então amanhã cedo, nóis vai trabalhar. |
| Quanto tempo nóis perdeu na boemia. |
| Sambando noite e dia, cortando uma rama sem parar. |
| Agora iscuitando o conselho das mulheres. |
| Amanhã vou trabalhar, se deus quiser, mas deus não quer! |